De olho no campo: tudo sobre a agricultura familiar no Brasil


De olho no campo: tudo sobre a agricultura familiar no Brasil

A evolução da agricultura familiar está vinculada ao cenário do produtor rural ter a oportunidade de expandir a produtividade, aproximação aos canais de comercialização e a financiamentos que auxiliem na permissão de investimentos na propriedade.

A Sead (Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário) cria programas que promovem a Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural), crédito financeiro e meios de aquisição por meio de cooperativas e comercialização de produtos do setor.

Assim, ter uma agricultura familiar forte é sinal de comida na mesa, geração de emprego e renda, paz no campo e bom funcionamento da economia. O Brasil tem bons exemplos para mostrar, fortalecendo o campo com a mão de obra familiar que também é muito interessante para todos os envolvidos e o mercado.

Dica: 

Pensando nisso, decidimos explanar esse assunto que se difunde gradativamente devido aos recordes de produção rural que o Brasil bate todos os anos. Insira sua família nesse cenário de expansão da agricultura e saiba agora mesmo tudo sobre o assunto!

Entenda o conceito de agricultura familiar

A agricultura familiar é aquela que efetua tarefas no meio rural, tem setor de até 4 módulos fiscais, renda vinculada ao próprio estabelecimento, trabalho da própria da família e gerenciamento do estabelecimento ou empreendimento por parentes. Também participam desta classificação:

  • pescadores, silvicultores, extrativistas, aquicultores;

  • quilombolas, indígenas e assentados da reforma agrária.

Antigamente, esse estilo de sistema agrícola era limitado apenas para sustentar os familiares ligados ao negócio. Porém, nos dias atuais, essa prática se expandiu tanto que aquece o mercado de todo o mundo com elevação a cada ano.

Dica: 

Para a ciência, quando o agricultor colhe os frutos de sua plantação, ele também tira parte dos recursos que a planta tinha à sua disposição para crescer. A reposição desses insumos é fundamental para que o ciclo de produção seja continuado e, caso ela não aconteça, ocorre a exaustão desses nutrientes, tornando a terra estéril e prejudicando a agricultura familiar.

Conheça os benefícios da agricultura familiar

São diversas as vantagens para os produtores se enquadrarem na agricultura familiar, sendo beneficiários de uma série de políticas públicas específicas realizadas em âmbito municipal, estadual ou federal.

As eminentes políticas na esfera federal são expandidas pela Secretaria do Desenvolvimento Agrário e da Especial da Agricultura Familiar — ligado ao Ministério Social —, e incluem programas de crédito para investimento, incentivo à comercialização agrícola, seguros de produção, custeio de safras e aquisição de terras.

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Ainda assim, para desfrutarem da maior parte dos programas, os cooperados devem se ajustar de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Lei nº 11.326/2006 e ter uma Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).

Outra vantagem de se enquadrar como agricultor familiar é a participação na Política Nacional de Assistência Técnica Rural (ATER), uma política de extensão rural que busca, por meio da formação de agentes, fomentar a prestação de serviços e capacitação dos agricultores.

Atualmente, existem várias certificações que instituições privadas procuram para conceituar seus produtos com selos que assegurem a qualidade e a padronização das mercadorias. Para tal, aquelas que procuram certificação são incitadas a conseguir certa quantidade de matéria-prima de agricultores familiares, proporcionando benefício comercial para produtores que se adequarem nesse segmento.

Dica: 

Como exemplo, o Selo de Combustível Social, o qual as empresas produtoras de biodiesel precisam comprar, no mínimo, 20% de matéria-prima da agricultura familiar para possuir esta certificação, estimulando ainda mais esse tipo de negócio.

Veja como a agricultura familiar funciona na prática

A agricultura familiar é aquela que desenvolve atividades econômicas no meio rural e que atende alguns requisitos básicos, tais como:

  • usar majoritariamente o trabalho da própria família nas atividades econômicas de propriedade;

  • não ter propriedade rural superior que 4 módulos fiscais;

  • de maneira majoritária, ter a renda familiar resultante das atividades agropecuárias aperfeiçoada no estabelecimento rural.

Portanto, é preciso entender que quando falamos de agricultura familiar, também devemos mencionar uma pluralidade e diversidade de agentes rurais e formas de se relacionar com a terra, família, vizinhança, cultura e espaço.

A agricultura familiar é um modo de vida e uma forma instituída que o agricultor constrói ao longo de sua vida. Além disso, é importante destacar que, no enquadramento da lei, é possível descrever categorias tais como:

  • agricultores familiares;

  • assentadas da reforma agrária;

  • pescadores artesanais, quilombolas, indígenas;

  • seringueiros, ribeirinhos, extrativistas;

  • atingidos por barragens.

Observe o cenário desse modelo no Brasil e seus desafios

A Agricultura Brasileira se destaca entre as maiores do mundo e representa uma fonte de matéria-prima e de alimentos para inúmeros países. Nela estão diversas maneiras de fazer agricultura, como a produção Agrícola Familiar que é encontrada em extensas e importantes regiões do país.

No Brasil ela é considerada, gradativamente, como uma maneira social de produção autenticada pela sociedade brasileira, por suas colaborações imateriais e materiais.

Às variáveis representações de sua administração social, às quais refletem nas demandas sociais e múltiplos discursos identitários. Nas últimas décadas, somaram-se ao grande esforço de pesquisa da comunidade acadêmica ao desvendar a extensão e profundidade de sua presença no mundo rural, e a convergência de políticas públicas de apoio à sua reprodução.

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Desde logo, ao examinar a complexidade da Agricultura Familiar no Brasil, pareceu importante colocá-la no contexto de interesses conflitantes e projetos em disputa. Desse modo, pretendeu-se analisar a fundo a natureza dessa disputa expressa nos diferentes projetos e desenvolvimento.

Entre os aspectos marcantes da agricultura familiar brasileira existem os modos invisíveis de tarefa e a produção conhecida como “riqueza invisível”. Limitada nos guias de economia, a família como instituição estratégica do meio rural é a responsável pela formação dos atores do desenvolvimento rural:

  • trabalhadores sem qualificação;

  • a mão de obra qualificada;

  • migrantes e trabalhadores sazonais em todas as regiões do país.

De fato, é dentro da unidade doméstica que se concentra o esforço reprodutivo no qual participam, fundamentalmente, as mulheres, crianças e os idosos. Entre os movimentos, vale destacar as lutas das mulheres rurais pelo caminho dos direitos e pela estruturação das dimensões de autonomia.

Além disso, torna-se importante registrar questões como a saída dos mais jovens do campo, tendencialmente definitiva, as migrações sazonais e/ou pendulares que se apresentam como desafios tanto na avaliação da dinâmica da própria Agricultura Familiar quanto na formulação de políticas públicas para o setor. 

Dica: 

Historicamente, até a década de 90, a Agricultura Familiar brasileira ainda não havia conhecido um conjunto tão amplo de instrumentos de políticas públicas voltados para a proteção e o desenvolvimento dessa categoria social. Faz-se necessário, portanto, um balanço dos resultados obtidos e das perspectivas futuras com base em um balanço desse conjunto de políticas e programas.

Conheça a subsistência familiar

Plantar para o próprio desenvolvimento econômico é a principal característica da agricultura de subsistência. Nesse modelo, o plantio ocorre em pequenas lavouras, e a colheita é feita apenas para a economia e o consumo do agricultor e de sua família.

A agricultura de subsistência no Brasil é um importante instrumento para diminuição da miséria. No entanto, a baixa produtividade dos mini-latifúndios abre debates acerca da necessidade de modernizar esse modelo de produção rural com fins comerciais, passando para o plantio de alta produtividade.

Dica: 

Apesar dos benefícios deste modelo agrícola, ainda existem algumas dificuldades. Não é sempre que os pequenos produtores, por exemplo, têm condições de mecanizar o cultivo. Além disso, a baixa renda, o pouco — ou quase nenhum crédito — e, muitas vezes, o baixíssimo índice de educação são alguns dos impeditivos.

Por outro lado, é por meio desse modelo econômico que milhares de famílias sobrevivem em todas as regiões do país, com uma ênfase especial para o norte e o nordeste. Além disso, não só no Brasil, mas em todo o globo, a agricultura de subsistência exerce grande importância na economia familiar.

Também é importante citar que, em busca de uma vida mais sustentável, menos capitalista e próxima da natureza, centenas de pessoas escolhem migrar das cidades para o campo e viver plantando e colhendo seus próprios alimentos.

Principais características da agricultura de subsistência

Entre as características desse modelo agrícola estão o uso de ferramentas simples, como enxadas, foices, arados e rastelos; e a rotação de culturas, com o plantio de diferentes alimentos na mesma área, definidos conforme a época do ano ou a necessidade do produtor.

A técnica de rotação contribui para a conservação do solo, melhorando suas características, diminuindo a incidência de ervas daninhas e pragas, e promovendo diferentes formas de adubação.

Dica: 

Outro importante atributo é a mão de obra familiar, ou seja, o cultivo é feito pelos próprios proprietários e beneficiários da terra — as principais culturas produzidas são milho, mandioca, batata, feijão, arroz e hortaliças. O excedente é trocado por outros alimentos não produzidos nessas comunidades ou vendido a fim de suprir outras necessidades essenciais.

O crescimento do cultivo para a venda

Ao contrário da ideia simplista que associa a agricultura familiar à produção de subsistência, hoje ela é responsável por 80% de toda a produção mundial de alimentos, de acordo com os dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Ela também informa que há cerca de 500 milhões de produtores rurais aplicados a esse modelo no mundo, ocupando 90% de todas as propriedades agrícolas do globo.

A sua importância para a economia e abastecimento alimentício mundial é tão relevante que a ONU lançou, em 2014, o AIAF (Ano Internacional da Agricultura Familiar), promovendo uma série de eventos, palestras e debates sobre o tema no Brasil e no mundo.

Os dados referentes à agricultura familiar no Brasil só reforçam a importância de o sistema ser reconhecido no âmbito global. Com mais de 4 milhões de estabelecimentos familiares em território nacional, ela responde, hoje, por 38% do Produto Interno Bruto Agropecuário do País, o equivalente a um montante de 54 bilhões de reais — é o que aponta o Embrapa.

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A importância da agricultura familiar no contexto da produção rural do país não é menor. Ela responde pelo emprego de mais de 4 milhões de trabalhadores rurais, o que corresponde a 74% da mão de obra empregada no campo, e é a principal fonte de alimentos do país — segundo dados divulgados pelo Governo Federal.

O Embrapa indicou em relatório que entre as principais culturas produzidas pelos núcleos de agricultura familiar do Brasil estão a mandioca, feijão, milho, café, arroz, trigo e soja, além do leite e animais como suínos, aves e bovinos.

Quanto à distribuição desses núcleos, 50% estão concentrados na região do Nordeste, 19% no Sul, 16% no sudeste, 5% no centro-oeste e 10% no norte do país. Por isso, as cooperativas estão cada vez mais preparadas para estimular esse projeto econômico agrícola que é destaque mundial.

Refaça a realidade da família e dos negócios locais envolvidos

A tecnologia dispõe do maior instrumento de transformação do agronegócio. Essa renovação conquistou o espaço no setor e, no momento, ele é um dos notáveis beneficiados por atuais recursos de equipamentos, tecnológicos e técnicas.

Porém, está equivocado quem acredita que a inovação só faz parte da rotina do grande produtor. Dada a grande capacidade de otimização oferecida pela tecnologia e a sua crescente democratização, essa novidade já se expandiu de tal forma que pode — e deve! — ser empregada também na agricultura familiar.

No momento, o que se observa é que tanto o produtor de grande porte como um cooperado de tamanho menor podem se beneficiar por meio da tecnologia e da inovação para aperfeiçoar o cotidiano no campo e expandir seus negócios.

Os avanços na gestão da propriedade, aumento de produtividade e automatização de tarefas são exemplos práticos que sugerem que a inovação na agricultura familiar seja o melhor caminho a ser seguido.

Dica: Agricultura familiar: saiba como inovar e expandir seu negócio

Um dos pontos-chave para a expansão do negócio do pequeno agricultor é otimizar a parte gerencial da propriedade. Controlar os seus custos, necessidades e detalhes técnicos é essencial para desenvolver uma gestão mais produtiva e eficaz.

Hoje, os smartphones já estão presentes no campo, servindo de base para a utilização de outras tecnologias e aplicações. Já existem instrumentos voltados a ajudar na gestão no campo, permitindo que o pequeno produtor tenha um cenário de suas tarefas, monitore os dados sobre a sua propriedade e possa desempenhar ações como:

  • contabilidade da propriedade;

  • gestão de insumos, logística, negociações, fiscal etc.;

  • análise de resultados técnicos e econômicos;

  • levantamento dos custos de produção;

  • comparação com outras propriedades.

Equipamentos agrícolas

Em relação aos equipamentos agrícolas e maquinário a tecnologia deu, visivelmente, uma grande contribuição. Isso porque a automatização e mecanização de lavouras de etapas diferentes impulsionou o desenvolvimento de novos recursos para otimizar o dia a dia no campo.

Tecnologia na preparação de solos

Outro foco promovido pelos avanços da tecnologia na agricultura familiar são as técnicas modernas e equipamentos para a preparação do solo.

Reiterando o tópico anterior, as inovações no campo das máquinas proporcionam eficiência na hora de preparar o solo e o agricultor tem mais agilidade. Tratores e outros insumos auxiliam nessas tarefas, melhorando a qualidade do plantio e seus resultados.

Dica: Saiba como ser produtivo no período de entressafra

O solo, quando está pronto, oferece melhores condições de a agricultura se desenvolver de modo saudável, utilizando os nutrientes de forma satisfatória. E é daí que vem, para o pequeno agricultor, a grande vantagem de se inovar nessa vertente.

Modernização de insumos

Na agricultura familiar existe a possibilidade de utilizar insumos que participam de processos de fabricação e avanços mais sustentáveis e tecnológicos — atributos altamente competitivos no agronegócio atual.

Recursos para análises meteorológicas

Esse é, sem dúvida, um dos pontos mais relevantes para o agronegócio atual. Sabemos que essa esfera sofre com as chuvas torrenciais, assim como as estiagens prolongadas que encharcam plantações e devastam o solo, inutilizando-o para diversas culturas. Dessa forma, com um estudo meteorológico adequado, é possível se prevenir contra esses possíveis eventos.

Controle de insetos e outras pragas

Em cultivos de grande escala, técnicas de controle de insetos e pragas estão entre as grandes preocupações do produtor. Porém, esse tipo de problema não se restringe aos latifúndios. Na agricultura familiar, o pequeno produtor também sofre com o surgimento de pragas nas plantações, e essa circunstância pode atrapalhar de forma significativa a produtividade e a qualidade da safra, provocando enormes perdas financeiras.

Veja como catalisar o crescimento da agricultura familiar

Levantamento feito pelo portal Governo do Brasil mostra que a agricultura familiar tem um peso importante para a economia brasileira. Com o faturamento anual de US$ 55,2 bilhões, mesmo que o país contasse apenas com a produção familiar, ele estaria no top 10 do agronegócio mundial — ou seja, entre os supremos produtores de alimentos.

Quando se soma a agricultura familiar com toda a produção, o Brasil passa de oitavo maior para a quinta posição, com faturamento de US$ 84,6 bi por ano — os dados fazem parte de uma comparação entre informações do Banco Mundial e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Além disso, o crescimento do país passa pelo modelo, onde o agricultor tem grande importância para o crescimento da nação.

De acordo com o último Censo Agropecuário, a agricultura familiar é a base da economia de 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Além do mais, é encarregada pela receita de 40% da população economicamente ativa do país e por mais de 70% dos brasileiros ocupados no campo.

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Peso da agricultura familiar na produção

A agricultura familiar tem, ainda, uma grande variedade e produz 70% do feijão nacional, 34% do arroz, 87% da mandioca, 46% do milho, 38% do café e 21% do trigo. O setor corresponde também por 50% das aves e 30% dos bovinos, 60% da produção de leite e por 59% do rebanho suíno.

Já, 84% dos estabelecimentos rurais são de agricultores familiares e, pelo novo censo agropecuário realizado, a tendência é que esse número se eleve cada vez mais — e de preferência com a busca por produtos agroecológicos.

O secretário também relata que o governo trabalha com uma série de políticas públicas para minimizar o êxodo rural, tornando a produção dessas famílias mais eficaz. Entre elas, uma das mais fundamentais é da titulação da terra, em que esses cooperados recebem facilidade no crédito rural e aos programas como os de assistência técnica.

Saiba como funciona a relação entre cooperativa e cooperado

As cooperativas da agricultura familiar se apresentam no cenário da atualidade como um ótimo modelo para o desenvolvimento sustentável de soluções financeiras. Ele constitui-se de empreendimentos solidários, democráticos e participativos, nos quais os agricultores familiares podem conduzir os caminhos da organização.

A complexidade da administração de uma iniciativa tradicional é considerável, porém, a de um empreendimento solidário é maior — tenha vista a pluralidade dos empenhos de cada um dos trabalhadores agrícolas.

Ser um cooperado é ter uma perspectiva tripla. Afinal, ele é ao mesmo tempo cliente, dono e fornecedor da cooperativa.

Agrava este cenário o fato de que, em cooperativas de agricultores familiares, eles precisam se dedicar à produção em suas propriedades e gestão do empreendimento. Embora se saiba da importância da gestão para a eficiência dos empreendimentos, pouco se sabe. Segundo as condutas de gestão usadas nesse meio, sequer se conhece a totalidade dos obstáculos e potencialidades da prática no ramo.

Com isso, o objetivo de diagnosticar as práticas de gestão nas cooperativas da agricultura familiar vai além de conhecer as dificuldades básicas e os potenciais essenciais ligados às práticas de gestão. Isso porque, dessa forma, pode-se ofertar um panorama maior da gestão cooperativa.

Portanto, a participação dos cooperados na gestão do empreendimento pode aprimorar a sua relação com o mercado, controles financeiros, a gestão de recursos humanos e qualquer outra demanda que venha a ser pertinente. Ou seja, o aprimoramento da coordenação organizacional pode constituir um diferencial estratégico e auxiliar na consolidação das cooperativas da agricultura familiar com intenção solidária.

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Em resumo, avaliando o tema de forma ampla, podemos perceber que a agricultura familiar só tende a crescer cada vez mais. Nos próximos anos, a atividade será responsável por novos empregos, aumento da renda familiar, crescimento da indústria e desenvolvimento tecnológico.

Finalmente, no cenário do agronegócio atual, a agricultura familiar e a inovação se tornaram ideias suplementares para o agricultor que procura melhorar o seu negócio. E com o suporte das cooperativas de crédito, todas essas tecnologias podem fazer parte do cotidiano da sua propriedade, beneficiando a qualidade, rentabilidade e produtividade.

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Por
20/09/2018

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